Engenheiros da
Universidade do Texas, pesquisadores da Universidade de Northwestern e
especialistas em medicina do exército dos Estados Unidos se reuniram para
desenvolver a Biomask. Trata-se de uma espécie de máscara capaz de fazer com
que vítimas de queimaduras graves no rosto se recuperem através da regeneração
das células. A recuperação se dá por processo mais eficiente, com resultados
mais naturais.
A Biomask é um complexo
dispositivo que dispensa a necessidade de cirurgias plásticas ou inserção de
pele, que podem apresentar complicações no processo pós-operatório. A máscara
possui duas capas: uma externa, de construção rígida e desenvolvida para proteger
as feridas na face do paciente e alojar os sistemas eletrônicos, e uma interna,
mais flexível, e responsável pelo trabalho de regeneração da pele.
A segunda capa é feita
de um polímero flexível, que se adapta ao rosto do paciente para aplicar uma
terapia de pressão negativa, permitindo que as feridas fiquem em constante
processo de cicatrização durante meses.
Além disso, a máscara fará automaticamente a assepsia dessas feridas, mantendo-as limpas e longe das infecções, comuns em processos de recuperação de feridas de alta gravidade.


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